Quarta-feira, 31 de Outubro de 2012

Não há nenhuma novidade sobre este assunto, excepto o circo montado pela extrema-esquerda e a amnésia colectiva que se continua a viver no Partido Socialista, a que se soma o voto contra do cordeiro enviado para abate por José Manuel Rodrigues, líder do CDS/PP da Madeira.

O mundo, lá fora, continua a girar em todo o seu esplendor e não se compadece com esta politicazinha menor alimentada por medíocres, senadores, comentaristas, lobbies, sindicalistas, jornalistas e partidos menores. Com o país a precisar de cortar na despesa, e com praticamente todos os portugueses a concordarem com essa premissa, destaque-se, contudo, a inabilidade (ou será impossibilidade?) para cortar, para já, em coisa alguma e a originalidade de ninguém verdadeiramente se querer sacrificar, ao contrário do que diz. E se, de orçamento em orçamento, o drama adensa-se e as oportunidades perdem-se, hipotecando estas e as outras gerações, convenhamos que cortar 4 mil milhões em dois anos parece obra de outra galáxia. Mas entre isso e uma descida ao inferno, não me parece haver outra verdadeira opção.



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Terça-feira, 30 de Outubro de 2012

Felizmente (ou infelizmente), a realidade encarrega-se de desmentir quem pensa que este país é um eterno mar de rosas, onde os direitos adquiridos são intocáveis e os deveres um conjunto de meras miragens, tudo apadrinhado por dinheiro sem fim. Certas verdades doem, mas devem ser ditas, sem rodeios para quem as quiser ouvir, sem insistir nos fantasmas e na argumentaria política do costume que divide o mundo em branco e preto. Este homem pôs o dedo na ferida primeiro para agora vir este mostrar como essa ferida dói muito e dói mesmo. A Constituição como está, vale de pouco. Ou a mudamos e assim mudamos o país. Ou morremos todos com ela e não salvamos ninguém. Sem moralismos, nunca foi tão importante discutir a sério o nosso futuro.



publicado por Bruno Miguel Macedo às 12:29 | link do post | comentar

Para informação dos distraídos, diga-se que o deputado em causa substitui o actual líder do CDS/PP da Madeira por razões políticas óbvias – ficar com a batata quente na mão e aceder a uma vontade do chefe, enquanto se apregoa ao vento que não quer, não gosta e vota (manda, no caso) contra. Reparem ainda que o Público nem coloca a foto do actual deputado, optando por uma muito sorridente do ex-vice em causa. Ter boa imprensa, também se revela nestes pormenores que são claramente pormaiores reveladores. No fundo, o novo deputado não passa de um cordeiro pronto a ser sacrificado no altar, enquanto o Sr. Rodrigues se evapora rumo às origens para fugir à confusão lançada e às ameaças veladas. Não sei com que objectivos políticos um vice-presidente de um partido (agora ex), lidera este género de cruzada espalhafatosa, sem acabar por dar verdadeiramente a cara e sem receber (ele) as devidas consequências dos seus actos. Um general que no momento decisivo da batalha se refugia no bunker deixando os seus homens abandonados à sua sorte, não me parece merecer grande respeito. Ainda que pareça uma pessoa muito digna dele.



publicado por Bruno Miguel Macedo às 10:52 | link do post | comentar

Convenhamos que esta é uma forma educada de se dizer que a ideia não agrada lá muito. Mas o PSD terá um problema, porque Menezes já se fez ao lugar e avançou decidido. Passar a ponte, parece então ser o objectivo deste homem que um dia quis fazer de Gaia maior que o Porto, disputando-lhe um festival pirotécnico. Agora, muito provavelmente, pensará o contrário ou tentará fazer o contrário, consoante a perspectiva: se na nossa, se na dele. Preparem os foguetes.



publicado por Bruno Miguel Macedo às 10:47 | link do post | comentar

Os comentaristas e comentadeiros perseguem a sua natural ambição de influenciar os destinos públicos e a “dita” opinião pública ao sabor dos seus amuos e satisfações. Marcelo é mais um dos que semanalmente nos enchem a paciência e a televisão de vacuidades e de intriga palaciana, com a agravante de o fazer há anos sem intervalo, pulando de um lado para outro. Já perdi a conta das previsões falhadas, dos conselhos abstrusos, dos malabarismos decorativos que empresta à sua habitual rubrica e das notícias encomendadas com que embeleza a sua prodigiosa imaginação. Na verdade, ouvir Marcelo e as suas diatribes é quase sempre e há muito tempo um soporífero poderoso, ideal para gente com insónias. Comigo resulta. Espero que convosco também.



publicado por Bruno Miguel Macedo às 10:39 | link do post | comentar

Quarta-feira, 24 de Outubro de 2012

A dúvida é perceber se os consumidores actuais querem mesmo manter este avanço tecnológico no centro da equação ajudando as empresas a criar novos nichos de mercado, praticamente diários e a cada oportunidade. Esta corrida ao “ouro” não por terras do Oklahoma, mas na terra do digital, feita de investimentos de milhares de milhões, pretende criar nos utilizadores uma necessidade nova quando eles ainda mal exploraram as potencialidades do produto anterior. Não nos iludamos. Os avanços nos telemóveis, nos tablets, nos PCs, nos portáteis, nas televisões ou nas consolas significa isso mesmo: uma oportunidade de retirar o antigo produto para promover a venda do novo produto, a preços de mercado, com meia dúzia de floreados novos. Por certo, parar é morrer, mas o futuro tecnológico não é o que as máquinas e os seus inventores querem, mas sim aquilo que os utilizadores quiserem fazer com ele. Ou seja, por muito boas máquinas que eu invente, elas só terão saída e projecção se existirem pessoas na disponibilidade de utilizá-las, daí retirando dividendos individuais e algum conforto visível, sem estarem constantemente obrigada a uma actualização. Num limite, cairemos no ridículo que vejo em minha casa: uma máquina de lavar roupa com mais de 100 programas de lavagem em que utilizo, no máximo, dois. E tudo o que sobra dela, para mim, é acessório, para encher chouriço, para encarecer o produto e para mantê-lo na linha da frente. Façam a experiência: olhem para o vosso telemóvel e vejam a quantidade de funções e de aplicações que não utilizam e que nunca vão utilizar. Não vale a pena dar passos maiores que a perna.



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Terça-feira, 23 de Outubro de 2012

Da última vez que este senhor supervisionou alguma coisa, o buraco deixado por tão “cuidadosa” supervisão, atingiu pelo menos os 3,5 mil milhões de euros, contas por baixo e ainda não definitivas. Entretanto, o senhor foi promovido para um lugar dourado onde mantém esta capacidade crónica de mandar uns bitaites de entendido no assunto, como se nada tivesse que ver com o passado e como se nada tivesse acontecido naquele banquete de milhões, promovido por gente de fato e gravata. A factura, como é normal, acabou no lado dos do costume, um mérito de quem supervisionou e, já agora, de quem investigou e não perseguiu esta gente. Tudo normal, portanto.

O triste regime em que vivemos sempre produziu estas luminárias, muito rápidas na nobre arte de pastorear o rebanho e sempre armados em doutos e grandes senhores. Longe ou perto, não passam de inúteis e de incompetentes pagos com os nossos impostos. Porque será que esta gente nunca cai?


publicado por Bruno Miguel Macedo às 17:21 | link do post | comentar

Infelizmente, as excepções já nem excepções são, porque as regras também já não são regras. Ou se o são, apenas fazem de conta que o são porque ninguém as leva a sério.

O Estado precisa de cortar e precisa de legitimar esses cortes para ter a certeza de que faz as coisas certas. Todos nós entendemos e percebemos isso, mesmo que muitos não estejam dispostos – embora digam exactamente o seu contrário – a abdicar da parte que lhes cabe. Mas não adianta haver grandes teorias nem grandes princípios quando é o próprio Estado o primeiro a ser incapaz de dar o exemplo. Assim, tudo continuará igual ao que sempre foi.



publicado por Bruno Miguel Macedo às 10:26 | link do post | comentar

O que aqui está é um belo exemplo da nossa incoerência. Todos nós concordamos com a necessidade de cortar nas despesas do Estado, mas ninguém se mostra disponível para cortar na verdadeira despesa do Estado. Só isso pode justificar os resultados que aqui estão, uma amostra elucidativa do coma em que vivemos. Se a isto juntarmos as notícias antigas onde se propunha reduzir freguesias e municípios, acabar com fundações, controlar as empresas municipais e públicas, despedir funcionários públicos ou vender a RTP (falta ver como acaba a TAP ou um simples processo como a redução do orçamento da Lusa), tudo medidas que terminaram da forma que se conhece, vemos claramente a impossibilidade que é cortar despesa neste país. Não adianta sequer negociar o orçamento por esse prisma. Porque, como se vê e se sabe, o resultado dos cortes na despesa do Estado resumir-se-á a meia dúzia de insignificâncias e de bagatelas que não darão para mandar cantar um cego.



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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2012

 

A descida ao inferno de Armstrong significa o fim do ciclismo como modalidade que gostava de seguir. Por vários motivos: em primeiro lugar, detesto este género de caça às bruxas feito com motivações pessoais e com uma agenda pré-definida; em segundo lugar, é indecoroso que a condenação se baseie quase exclusivamente em depoimentos de antigos ciclistas, todos eles condicionados e sob ameaça; e, em terceiro lugar, porque agora nunca se sabe se o vencedor do Tour deste ano ainda o será passados 14 anos, como é ridiculamente o caso do primeiro título de Armstrong. Apenas umas dúvidas: também vão atrás do Indurain, do Hinault, do Merckx ou do Anquetil? Ou vão pura e simplesmente parar por aqui? E, daqui a uns anos, vão também atrás do Contador?



publicado por Bruno Miguel Macedo às 15:59 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quarta-feira, 17 de Outubro de 2012

Com o desafio feito resta, ao histerismo, fazer o seu trabalho. Antes de uma crise política, levantada sem pavor mas de consequências evidentes, era conveniente explorar as alternativas que restam para que não se caia num ridículo digno de um filme de terror. Os senhores deputados do CDS, e também os do PSD, têm uma oportunidade de ouro para mostrarem as saídas e as soluções que dizem ter e que, pelos vistos, são milagrosas em todos os campos e domínios. Aproveitem a porta aberta para uma saída airosa porque se ela extemporaneamente se fechar, será directamente na vossa cara e a expensas de todos nós. 



publicado por Bruno Miguel Macedo às 10:16 | link do post | comentar

A selecção do Sr. Bento lá conseguiu um modesto empate contra uns rapazes esforçados, mas toscos, que aqui vieram mostrar que na bola não há vencedores antecipados. O jogo, que vi a espaços, foi sensaborão e pouco atractivo, pormenores que estranhamente nos acompanham sempre que jogamos contra selecções de ritmos e patamares inferiores. No fim do jogo, e a cinco pontos do líder do grupo, o drama tomou forma colectiva e bastaram cinco minutos para quase me convencerem que tinha acontecido uma catástrofe natural. Mas não aconteceu. Aconteceu simplesmente futebol. Não há drama porque drama é a vida das pessoas e os seus problemas. No resto, o que 22 fazem atrás de uma bola, é diversão, boa parte dela ridiculamente bem paga. Se ganharem, muito bem. Se perderem, não tem importância. Não inventemos problemas onde eles não existem.



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Terça-feira, 16 de Outubro de 2012

O OE não é do PSD, como muito bem lembrou Jorge Moreira da Silva. O OE é da coligação que nos governa. Vir agora querer mudar o disco é claro desespero eleitoralista por parte de algum CDS (com José Manuel Rodrigues à cabeça que, entretanto, fugiu da AR para poder enviar bitaites a distância confortável) e, temo, o desfraldar de um novo espírito populista que apenas quer sobreviver e evitar uma provável extinção em eleições. O problema é a crise política que isso pode provocar, ainda para mais, quando os membros da tribo se auto-intitulam de “patriotas”, um termo curioso, mas agem como se fossem sócios de uma agremiação recreativa com fins lucrativos. Notem que há, ainda, debate na especialidade e um apelo do ministro para apresentação de propostas para corte na despesa que possam aliviar a carga fiscal.
Se o governo cair, o CDS não pode julgar que passa imune perante a borrasca em que estamos todos metidos. E se a alternativa ao Dr. Passos Coelho, é o Dr. Seguro, talvez fosse melhor pensar duas (ou três) vezes antes de, e igual a ratos, abandonar o navio, porque o senhor que se segue, para além de nulidade crónica, não é propriamente conhecido pelo brilhantismo. Sejam sérios.



publicado por Bruno Miguel Macedo às 21:32 | link do post | comentar

Segunda-feira, 15 de Outubro de 2012

Mais partido menos partido, a solução será sempre mais do mesmo. Mas a esquerda radical adora divertir-se neste vazio sem sentido e gosta de brigar, entre si, pelas migalhas que caem ao chão. Não há ali uma única ideia de substância e muito menos uma solução que se diga verosímil. O que não se estranha: depois de se passar parte de um fim-de-semana entre aquela trupe, o estado comatoso nunca poderia sofrer alterações significativas, coisa que plenamente se atesta nas palavras, por exemplo, de um tal de Reis que por lá pastoreou. E se o congresso de então não valeu nada, este novo partido vale ainda menos, embora se encarregue de provar que para estar morto é preciso tentar fazer de conta que se está vivo. Parabéns pelo resultado.



publicado por Bruno Miguel Macedo às 15:21 | link do post | comentar

Não pôr certa gente na ordem resulta num manifesto caso de sublevação sem fim, onde todo e qualquer um manda as atoardas que quer. O que aqui está é apenas mais um exemplo de como o país não se governando, autogoverna-se, o que, no fundo, talvez seja o verdadeiro sonho das gentes que julgam que os políticos estão a mais e que eles não são necessários. Marinho Pinto, um incompreendido, bastas vezes desbocado mas muitas vezes certeiro, dá o tiro na mouche e na honra que por aí faz escola e agita o colectivo. Onde isto vai parar é coisa em que, pelos vistos, ninguém pensa. Na verdade, poucos neste país parecem realmente pensar. O que, vendo bem, é apenas mais uma laracha que decora a nossa impossibilidade enquanto povo autónomo. Não nos queixemos.



publicado por Bruno Miguel Macedo às 10:47 | link do post | comentar

O Dr. Sampaio concedeu uma entrevista à SIC Notícias onde perorou sobre Portugal e o mundo. O Dr. Sampaio faz parte daquela elite bem portuguesa que julga que o hoje não resulta do ontem e não tem qualquer pejo, por arrasto, em mostrar o seu desprezo pela mais elementar regra de boa memória. Relembre-se apenas que o Dr. Sampaio (uma verdadeira nulidade enquanto presidente) deitou um governo maioritário abaixo quando lhe era conveniente, o que fez subir ao poder o senhor que entretanto fugiu para Paris e aquele outro senhor que diz que 3000 euros não lhe dão para governar a casa. Só esse cartão de visita devia impedi-lo de mandar bitaites sobre qualquer coisa que não fosse de natureza essencialmente doméstica, junto da esposa ou dos filhos e dos netos. Mas neste país, povoado de “velhos-novos” políticos a vida é assim: baralha-se e vai-se dar sempre aos mesmos porque a falta de imaginação é um problema generalizado e porque assim, louve-se isso, sempre se demonstra que 38 anos passados sobre a revolução, o resultado não podia, de facto, ser outro. Basta ouvi-los.



publicado por Bruno Miguel Macedo às 10:31 | link do post | comentar

Os partidos que governam a coligação nacional (mas não só) deviam olhar com atenção redobrada para os resultados das eleições açorianas. O que ali está é um juízo, absolutamente claro, do que os espera se não se entenderem e se não se deixarem de intriga política e de golpes palacianos. Das duas uma: ou assumem que precisam um do outro (e que isso implica um reforço da sua ligação), ou assumem a derrocada eminente que os espera (que não será nada meiga). Como se percebe, e por mais tacticismo político que se exiba (nomeadamente, do Dr. Portas e dos seus apaniguados), nenhum deles escapará vivo desta história se decidir outro caminho que não o primeiro. Aproveitem o aviso, porque este ainda veio de graça.



publicado por Bruno Miguel Macedo às 09:56 | link do post | comentar

Sexta-feira, 12 de Outubro de 2012

Enquanto o Dr. Zorrinho tentava explicar ao país o inexplicável, demonstrando que a emenda sai sempre pior do que o soneto, o Dr. Seguro entrou em França onde visitou François Hollande, ao mesmo tempo que aproveitava para fugir de uma outra polémica. O Dr. Seguro garantiu à saída de tão propalado encontro que pediu ao presidente francês menos austeridade e mais tempo e apoio para uma série de coisas que meteu os “governos conservadores” europeus pelo meio, os supostos responsáveis pela crise (?). Não sei o que o Sr. Hollande respondeu ao Dr. Seguro – uma evidência da nulidade que a política insiste produzir neste país – mas o que é certo é que o Sr. Hollande é exactamente igual ao Dr. Passos Coelho, por exemplo, que ganhou eleições prometendo uma coisa e chegou ao governo para fazer outra. Isto, claro, depois de perceber o sarilho em que a mercearia se havia metido. Bem, igual, igual, não será. Até porque depois desta originalidade anunciada, já só me falta ver um porco a andar de bicicleta. O que, ao ritmo da idiotia em vigência, não deve faltar muito.



publicado por Bruno Miguel Macedo às 12:10 | link do post | comentar

1º Escalão – 14,5% até 7000 mil euros/ano
2º Escalão – 28,5% entre 7000 e 20000 euros/ano
3º Escalão – 37% entre 20000 e 40000 euros/ano
4º Escalão – 45% entre 40000 e 80000 euros/ano
5º Escalão – 48% mais de 80000 euros/ano
Todos os escalões têm ainda uma sobretaxa anual de 4% e o último, uma taxa adicional de mais 2,5%.
Se isto não é um assalto, não estou a ver bem o que seja.



publicado por Bruno Miguel Macedo às 11:27 | link do post | comentar

Quarta-feira, 10 de Outubro de 2012

 

Não há nesta imagem, nem um mínimo de decência, nem um mínimo de boa educação, condições minimamente exigíveis a um atleta que vem representar uma selecção nacional. Há, aliás, todo um comportamento que denoda arrogância e estupidez declaradas, e toda uma exibição de cultura de futebolista de topo que vive num género de limbo, onde já não basta mostrar os carros de topo, os colares grossos, as roupinhas caras que parecem trapos, os brincos e as mil e uma decorações feitas na pele.
Estas situações não são de todo admissíveis junto de uma selecção nacional, idolatrada e respeitada, e que é mais do que um exemplo para muitas crianças que procuram sonhos. O Sr. Miguel Lopes, o atleta em causa, devia ter sido imediatamente recambiado à chegada sem lhe dar tempo de pousar as malas. Mas como nada, aparentemente, foi feito, fica a atitude não só de quem audaciosamente agride quem vê, como também de quem ridiculamente o protege. Quanto ao resto, a imagem resume a decadência em exibição e vale bem mais que mil palavras de ocasião.



publicado por Bruno Miguel Macedo às 10:03 | link do post | comentar

Publius Cornelius Tacitus
To ravage, to slaughter, to usurp under false titles, they call empire; and where they made a desert, they call it peace.
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