Quarta-feira, 3 de Agosto de 2011

 

Com o avanço da biotecnologia, os bebés feitos por encomenda serão uma realidade. Naturalmente, os pais escolherão os genes que lhes interessam, incluindo porventura alguns que não possuem. Resultará daqui que os bebés feitos em laboratório tornar-se-ão mais altos, mais fortes, mais bonitos e mais inteligentes. Logo, melhores. Mas serão ainda humanos? Ou entraremos noutro domínio da evolução? Num outro prisma, a luta entre ricos e pobres será biotecnologicamente desigual. Aos pobres caberá o que houver em sorte e aos ricos o que eles muito bem entenderem. O Admirável Mundo Novo de Huxley está, assim, à curta distância do controlo genético dos laboratórios e da sua infinita imaginação. Ler Fukuyama e o seu “O Nosso Futuro Pós-Humano”, um livrinho da Quetzal já com alguns anos, pode ajudar a meditar sobre um certo mundo louco em que andamos a passear. E que, por preguiça, andamos de certa forma a menosprezar.



publicado por Bruno Miguel Macedo às 10:11 | link do post | comentar

Publius Cornelius Tacitus
To ravage, to slaughter, to usurp under false titles, they call empire; and where they made a desert, they call it peace.
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