Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

Sim: é verdade que o que acontece não devia acontecer por uma questão de decoro e de liminar transparência. Pelo menos os critérios deviam ser mais rígidos e impeditivos de nomeações partidárias exclusivamente baseadas na cor dos cartões. Mas é o país que temos, onde sucessivos governos nomeiam sucessivas administrações e assim contentam os milhafres que à sua volta gravitam dispostos a apanhar verdadeiras minas salariais. Os dois maiores partidos são os principais culpados do actual estado de coisas por fomentarem comportamentos indignos e contraproducentes para a maioria da opinião pública. Por certo, alguns dos visados até terão currículo mais do que suficiente para uma boa nomeação. Só que na actividade política há coisas que só por si nunca são suficientes porque não se devia ter um peso e duas medidas consoante a situação. Ou seja, não se pode ter uma posição na oposição (frontalmente contra) e uma outra posição (frontalmente a favor) no governo. O Dr. Seguro até fala muito à vontade, e bem, neste assunto, mas na verdade, sendo um líder a prazo, limita-se a falar do esfarrapado até porque ele inconscientemente já sabe que nunca terá a hiótese de vir a provar do seu próprio veneno.



publicado por Bruno Miguel Macedo às 11:51 | link do post | comentar

Publius Cornelius Tacitus
To ravage, to slaughter, to usurp under false titles, they call empire; and where they made a desert, they call it peace.
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